A cadeia produtiva da palha da carnaúba é o próximo alvo do Ministério Público do Trabalho no Piauí. “Nós queremos responsabilizar os proprietários de terra coniventes com a situação de exploração dos trabalhadores rurais, bem como aqueles que adquirem o pó e a palha para revender, valendo-se das condições humanas degradantes oferecidas aos que laboram na referida atividade econômica”, afirmou o procurador do Trabalho Carlos Henrique Pereira Leite, que participou da operação Palha Acolhedora nos municípios de Guadalupe, Floriano e Nazaré do Piauí na segunda quinzena de agosto. Na ocasião, cerca de 30 trabalhadores foram encontrados em condições degradantes de trabalho.
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O Ministério Público do Trabalho no Piauí se mantém atento em verificar quais as empresas de médio e grande porte no Piauí não estão cumprindo a Lei de Aprendizagem, que determina a contratação de adolescentes entre 14 e 24 anos como aprendizes.
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O Ministério Público do Trabalho no Piauí deu um prazo de 10 dias úteis para que o Grupo Servi-San, o Estado do Piauí e o Município de Teresina firmem um Termo de Ajuste de Conduta para garantir o pagamento dos salários dos empregados das empresas e as verbas trabalhistas dos que foram demitidos.
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De 17 a 19 deste mês, o Ministério Público do Trabalho no Piauí participou do Projeto “Costurando Relações entre Saúde e Trabalho”, uma atuação conjunta com o Cerest – Centro de Referência em Saúde do Trabalhador. Foram realizadas inspeções em 14 indústrias de confecções do município de Piripiri para traçar um diagnóstico das condições de trabalho, identificando riscos de acidentes e doenças ocupacionais.
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