O Ministério Público do Trabalho no Piauí (MPT-PI) divulgou a relação definitiva dos candidatos inscritos no processo seletivo para estagiários, bem como os locais de aplicação das provas. Os documentos estão disponíveis no portal da instituição e devem ser consultados pelos candidatos. As provas serão realizadas no dia 21 de junho de 2026, das 8h às 12h, nas cidades de Teresina, Picos e Bom Jesus. Os candidatos devem ficar atentos aos locais de aplicação e às orientações previstas no edital.
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O Ministério Público do Trabalho no Piauí (MPT-PI), o Tribunal Regional do Trabalho da 22ª Região (TRT-22), o Tribunal Regional Eleitoral do Piauí (TRE-PI), o Ministério Público Federal (MPF) e a Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Piauí (OAB-PI), lançaram nesta sexta-feira (12) o Pacto pela Democracia, uma iniciativa conjunta voltada à promoção do voto livre e ao enfrentamento de qualquer forma de assédio eleitoral no ambiente de trabalho.
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Em alusão ao Dia Mundial e Nacional de Combate ao Trabalho Infantil, celebrado em 12 de junho, profissionais que integram a rede de proteção à criança e ao adolescente participaram, nesta quinta-feira, 11, do evento "Café com Debate", promovido pela Secretaria Municipal de Assistência Social de Picos. A atividade foi realizada na sede da Subseção da OAB de Picos e reuniu representantes do Conselho Tutelar, CREAS, CRAS, Secretarias Municipais de Educação, Saúde e Assistência Social, além de outras instituições que atuam na garantia dos direitos da infância e adolescência.
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O procurador do Trabalho Carlos Henrique Leite participou, nesta terça-feira (9), do projeto Bate-Papo Legal, promovido pelo Tribunal Regional do Trabalho da 22ª Região (TRT-22) dentro da programação do Salão do Livro do Piauí (Salipi). Ao lado da juíza do Trabalho Regina Coeli, o procurador conduziu uma conversa com o público sobre o tema “Ainda existe trabalho escravo no Brasil? O que fazer?”, abordando os desafios para identificar, combater e erradicar essa grave violação de direitos humanos. Durante o encontro, os debatedores explicaram o que caracteriza o trabalho em condição análoga à de escravo na legislação brasileira, destacando que o problema vai muito além da restrição da liberdade física.
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